28 de julho de 2017

CCEAGRO externa preocupação com formação do profissional em agronomia

dsc_1405Foi concluída no último dia 19, no auditório do Crea-AL, a 3ª Reunião Ordinária da Coordenadoria das Câmaras Especializadas de Agronomia (CCEAGRO) do Sistema Confea/Crea, que contou com a presença de 27 membros do colegiado nacional. Na ocasião, eles puderam discutir ações a curto e médio prazo em benefício da profissão.

Um dos pontos chaves do encontro foi sobre a necessidade de acompanhar a formação dos profissionais em agronomia até sua atuação no mercado de trabalho. Para isso, os representantes do Confea buscam se aproximar do Ministério da Educação (MEC) com o objetivo de colaborar com processo aprendizagem dos alunos.

De acordo com coordenador nacional da CCEAGRO, José Reinaldo Falcão, uma reunião com o Governo Federal está agendada para o mês de outubro. Na oportunidade será entregue um relatório com medidas discutidas pela profissionais do Sistema Confea/Crea. “Estamos encaminhando propostas com relação ao ensino do profissional porque precisamos acompanhar esta formação. Sabemos que é função do MEC, mas queremos participar deste processo”.

Em sintônia com o Congresso Nacional

Também foi discutido, junto com o deputado federal Ronaldo Lessa (PDT), presidente da  Frente Parlamentar Mista de Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, a lei dos agrotóxicos e outros assuntos de interesse da categoria que tramitam no congresso.

dsc_1425A principal reivindicações na é evitar que, por interesses políticos,  seja alterarado a nomenclatura “agrotóxico“ para “defensivo”. Isso é algo que preocupa o CCEAGRO. “É uma preocupação muito grande para nós. Por ‘agrotóxico’ as pessoas já sabem que é um produto que contém risco. Por isso, já fizemos as nossas propostas e agora resta ao Confea apresentar para a comissão que conduz esta reforma no projeto de lei”, explicou Falcão.

Falcão adiantou que o próximo passo do grupo de trabalho de Agronomia do Confea é encaminhar uma recomendação sobre a harmonização dos procedimentos de fiscalização no país. “Enquanto estivermos na coordenação da Câmara Nacional de Agronomia, este será o nosso papel. Preventivo, educativo e cumpridor do que estabelece a legislação”, finalizou.